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Júri popular: acusado é absolvido, em Guimarães

Júri popular: acusado é absolvido, em Guimarães

Na última quarta-feira (5), ocorreu na cidade de Guimarães-MA, sob a presidência do juiz da Comarca, Dr. Samir Mohana Araújo Pinheiro, e sob a titularidade do representante do Ministério Público, Dr. Julio Aderson; o júri popular para julgamento do acusado Jonas Ferreira Louzeiro, que em uma contenda direta com a vítima (também vimarense), João Batista Farias Louzeiro, lhe causou ferimentos graves que o levaram a morte.

A contenda ocorreu em 2018, na cidade de Guimarães, no local conhecido como Bar do Inaldo. O caso gerou grande alvoroço, pois fatos como esse não são corriqueiros na pacata região.

À época, o acusado Jonas, foi preso em flagrante em sua residência sem qualquer resistência, poucas horas após ter cometido o ato, e em seguida, foi conduzido para o plantão da Polícia Civil de Cururupu.

Após o recebimento da denúncia, ofertada pelo Ministério Público, o acusado foi pronunciado (quando o juiz reconhece a autoria e materialidade do tipo penal), para que fosse submetido ao julgamento popular, o qual foi formado por um conselho de sentença, composto por servidores públicos da cidade de Guimarães, escolhidos por meio de sorteio.

Instalada a sessão, a surpresa veio na hora da defesa, pois o acusado que até então vinha sendo defendido por um advogado dativo, contratou o conhecido advogado criminalista, com atuação no litoral norte maranhense, Armstrong Lemos, do escritório Armstrong Avocacia, para patrocinar a sua causa em plenário.

Nos debates orais da sessão, o representante do Ministério Público, pugnou pela condenação do acusado, ao passo que o advogado de defesa, Dr. Armstrong Lemos, destacou, por quase uma hora de explanação, as razões que levaram o júri popular à absolvição do acusado.

A absolvição teve margem apertada, de quatro votos contra três. O juri foi convencido de que o acusado agiu em legítima defesa.

Em entrevista ao Portal AtéHoje, que encontrava-se no local, cobrindo o evento, o advogado Armstrong Lemos destacou que “o júri popular é uma modalidade democrática de julgamento de crimes contra a vida, em que o povo decide diretamente se condena ou não, substituindo o juiz togado.

Nesse sentido, destacou o causídico, “a habilidade da defesa tem que ser quadruplicada, haja vista, que os promotores que patrocinam a acusação, possuem farta preparação técnica, o que eleva o debate em sessão. Daí o grande desafio de alguém convencer tecnicamente julgadores não técnicos, por isso que tem que se convencer além desse contexto, mas no sentido do ponto de vista humano, a tese que se busca defender. Essa foi a contextualização dessa sessão, que se tratou de um caso extremamente difícil para a defesa, porém, vencido”, finalizou Armstrong Lemos.

Informações de: https://atehoje.com/?p=84882

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